segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Adeus 2012...
2012: ano de algumas conquistas e realizações, ano de abraços, risos e preocupações. Foi um ano de sustos, de privações, um ano que segurei no interior com a força que tive e me foi correndo nas veias.
Um ano em que apostava para que tudo de bom acontecesse...
mas pouco ou nada dos meus sonhos sobreviveu a um simples piscar de vontade. 2012... foi só mais um ano. Não foi bom nem mau. Foi um ano ordinário sem grande valor acrescentado, ano de nada.
2012, só para que saibas... foste um ano de merda. Largo-te sem saudades nem pena. Aliás, estou deserta de te ver partir. Sai nuvem que tiras a visibilidade do sol radiante que me pode acariciar a face dentro em breve. Sai fumo, nevoeiro, sai incerto. Dá lugar à juventude, que tu meu ano velho, já deste o que tinhas a dar. Sai sacana. Depositei em ti tanta esperança e nada deste em troca. Vai-te... sem demora.

